quinta-feira, 16 de setembro de 2010

A minha conclusão dos temas a crise do Império Romano e migrações dos povos bárbaros.

No início do Império Romano, o cristianismo surgiu na Palestina que na época, era uma província romana.
E Jesus Cristo nasceu no príncipio de Augusto e foi morto no reinado de Tibério.
Para muitas pessoas Jesus era o Messias, o qual as pessoas da crença Judaica falavam que era o filho de Deus que viria a terra para salvar a humanidade do sofrimento.
Eles pensam que Cristianismo é apenas uma religião entre tantas religiões aceitas pelos romanos.
E os cristãos se recusam a servi ao exército.
Apesar das mudanças político-administrativas, a corrosão do sistema escravista foi responsável pela desorganização econômica e consequentemente pelas revoltas sociais.
O nome bárbaro vem pelos gregos e que o grego antigo significava apenas estrangeiro ai foi usado pelos Romanos para designar os povos que não partilham os seus costumes e suas cultura, as migrações implicavam e eram violentos com os migrantes.
E como a história já provou que os romanos também eram chamados de bárbaros pelos gregos.

domingo, 5 de setembro de 2010

A crise do Império Romano

No início do Império Romano, o cristianismo surgiu na Palestina que na época, era uma província romana. Jesus Cristo nasceu no príncipio de Augusto e foi crucificado no reinado de Tibério. Para muitos, Jesus era o Messias, o qual, segundo a crença Judaica, seria o filho de Deus que viria a terra para salvar a humanidade do sofrimento. Após a morte de Jesus,seus apóstolos partiram pelo mundo difundindo suas idéias. Principalmente graças ao trabalho de Paulo, formou-se a doutrina do Cristianismo como uma religião de caráter universal.

Durante o século primeiro, o Cristianismo começou a se tornar popular, entre as massas romanasque se achavam desesperadas com as condições de vida. Após um período inicial, em que o Cristianismoera considerado como apenas mais uma entre tantas religiões aceitas pelos romanos, os cristãos passaram a ser perseguidos violentamente pelo governo imperial. Isso porque sendo, sendo o Cristianismo uma religião monoteísta, repudiava os deuses romanos e principalmente o caráter divino atribuído ao imperador. Deve ter contribuído também para essa persiguição, o fato de os cristãos se recusarem a servr o exército.
Particularmente durante o governo de Nero, milhares de cristãos foram torturadose lançados às feras ou queimados vivos. Entretanto, apesar disso , cada vez aumentava o número de convertidos nas catacumbas subterrâneas.
Após a morte do imperador Caracala, os os cristãos gozaram de relativa liberdade. Organizou-se uma sólida estrutura com o estabelecimento de regras de ordenação e sacerdócio. Desenvolveu-se uma administração religiosa ao lado da administração civil. O poderio do Cristianismo foi aumentando cada vez mais.

O Baixo Império:

Esse foi o período de crise e decadência do Império Romano. Apesar das mudanças político-administrativas, a corrosão do sistema escravista foi responsável pela desorganização econômica e consequentemente pelas revoltas sociais.

 
   ** Bibliografia **

http://variasvariaveis.sites.uol.com.br/cir.html

Migrações dos povos bárbaros

Na História da Europa, dá-se o nome de invasões bárbaras, ou período das migrações, ou a expressão alemã Völkerwanderung [fœlkervandəruŋ], à série de migrações de vários povos que ocorreu entre os anos 300 a 900 a partir da Europa Central e que se estenderia a todo o continente. A referência aos bárbaros, nome cunhado pelos gregos e que em grego antigo significava apenas estrangeiro, foi usada pelos Romanos para designar os povos que não partilhavam os seus costumes e cultura (nem a sua organização política),pode induzir alguns leitores, incorrectamente, na hipótese que as migrações implicaram violentos combates entre os migrantes e os povos invadidos. No entanto, a história provou que nem sempre assim foi, já que os romanos também eram chamados de "bárbaros" (estrangeiros) pelos gregos e os povos migrantes já coexistiam pacificamente com os cidadãos do Império nos anos que antecederam este período.

Destacam-se, neste processo, os Godos (originários do sudeste europeu), os Vândalos e os Anglos (da Europa Central), entre outros povos germânicos e eslavos. Os motivos que despoletaram estas migrações em todo o continente são incertos: talvez como reacção às incursões dos Hunos, pressões populacionais ou alterações climáticas.
Os historiadores modernos dividem este movimento migracional em duas fases. Na primeira, de 300 a 500, assistiu-se a uma movimentação de povos maioritariamente germânicos por toda a Europa, colidindo, portanto, com as várias regiões ocupadas pelo Império Romano. Foram os Visigodos os primeiros a eclodir com o Império — na verdade, os Visigodos foram inicialmente contratados para ajudar na defesa das fronteiras do Império, mas mais tarde seriam responsáveis pela invasão da península Itálica; de imediato, seguiram-lhes os Ostrogodos, liderados por Teodorico.
Na segunda fase, entre os anos 500 e 700, assiste-se ao estabelecimento progressivo dos Eslavos na Europa do Leste, tornando-a predominantemente eslava, num movimento iniciado pela ocupação da região da actual República Checa.
Os Búlgaros eram estabelecidos em Europa pelo século II. No século IV parte deles migrou do Cáucaso do Norte a Arménia. Em 632 estabeleceram a Grande Bulgária (Η παλαιά μεγάλη Βουλγαρία nos crónicas romanas) no território entre o Cáucaso e o Danúbio. No século VII Búlgaros migraram também à Baviera, à Península Itálica, à Panónia e à Macedónia. Em 681, o Império Búlgaro expandiu-se nos Balcãs ao sul de Danúbio, e no século IX era o berço do Eslavo Eclesiástico e alfabeto cirílico, que nos séculos subseqüentes foram espalhados aos estados europeus medievais tais como Rússia, Croácia, Sérvia, Valáquia, Moldávia, etc.
Já excluídos do período de migrações, mas ainda na Baixa Idade Média, formam-se ainda movimentos migratórios, nomeadamente o dos Magiares, para a Panónia, e, mais tarde, dos Turcos para a Anatólia e do Cáucaso (século XI), e ainda a expansão dos Vikings a partir da Escandinávia, ameaçando o recém-estabelecido Império Franco na Europa Central, por Carlos Magno. No século VIII, os árabes tentaram invadir o sudeste da Europa, mas foram derrotados por Khan Tervel de Bulgária e pelo imperador bizantino Leão III em 717, e desviaram sua expansão à península Ibérica.


       ** Bibliografia **

  http://pt.wikipedia.org/wiki/Migra%C3%A7%C3%B5es_dos_povos_b%C3%A1rbaros